
Tese 2026 · Documento Vivo
O Brasil tem capital, tecnologia e biodiversidade para liderar a transição socioambiental. O que falta é governança: a capacidade de alinhar risco, incentivos e fluxo de valor entre os atores que precisam decidir juntos.
A Tese Central
A transição socioambiental não trava por falta de solução técnica. Trava porque risco, incentivos e valor estão desalinhados entre os atores — e ninguém assume sozinho o desenho das decisões.
Atuo nesse espaço: antes da escala, quando as decisões estruturais ainda podem ser redesenhadas e o sistema ainda pode absorver a mudança. Minha contribuição não é ter a solução, é aumentar o espaço cognitivo de lideranças e organizações para que possam nomear o que está travando, sintetizar o que realmente importa e antecipar consequências antes de agir.
Espaço de Atuação
Atuo na intersecção entre diagnóstico e execução, focando no momento pré-escala, onde as decisões estruturais ainda podem ser redesenhadas para mitigar riscos sistêmicos e otimizar o fluxo de valor.

Identificar fatores institucionais, políticos e operacionais que comprometem iniciativas e riscos estruturais invisíveis.
Clareza sobre os verdadeiros obstáculos

Articular o essencial entre especialistas, campo e tomadores de decisão, traduzindo complexidade em critérios claros.
Foco e direcionamento estratégico

Mapear como risco, incentivos e fluxo de valor estão distribuídos na cadeia, identificando mudanças necessárias na arquitetura de decisão.
Proatividade e mitigação de falhas futuras
Portfólio
Para organizações, coalizões e investidores que buscam tomar decisões estruturais mais sólidas em contextos complexos, com foco em transição, escala e viabilidade sistêmica.
Mapeamento de estruturas de decisão, identificação de gargalos e relatório com recomendações para organizações em transição ou escala.
Público: Cooperativas, associações e organizações em transição
Avaliação mista (quantitativa e qualitativa; dados quentes e frios) para tomada de decisão, captação ou comunicação qualificada.
Público: Empresas, negócios de impacto e cooperativas
Avaliação crítica de propostas ou organizações sob a lente de risco sistêmico, assimetrias e viabilidade.
Público: Fundos, empresas e leitura sistêmica de cadeias
Também disponíveis: Elaboração de Tese de Impacto · Mapeamento de Fluxo de Valor · Estrategista de Processos Decisórios
Por que Agora
O Brasil atravessa uma janela rara, com capital climático disponível em escala inédita, pressão regulatória crescente e a biodiversidade como uma vantagem competitiva real.
O desafio atual não é mais mobilizar recursos, mas sim estruturar projetos que consigam absorvê-los e coordenar os atores que precisam decidir juntos para que isso aconteça. É nesse espaço crítico que minha atuação se torna fundamental.
US$ 200 bi
em custos evitados até 2050 com a transição para modelos sustentáveis
US$ 230–430 bi
de incremento ao PIB brasileiro com a transição
28 milhões
de empregos gerados até 2030 com a transição socioambiental
US$ 500 bi
em custos invisíveis gerados anualmente pelo sistema alimentar atual
Fontes: Systemiq (2026) e FAO Brasil (2024)

Bio
15+ anos de experiência em consultoria
Falconi · Yunus Negócios Sociais · Flourish
Schumacher College, Reino Unido
Atuo na interseção entre governança, risco sistêmico e transições regenerativas, com foco em melhorar a qualidade de decisões estruturais em contextos complexos.
Trabalho com organizações que vivem ciclos de transição, expansão ou pressão regulatória, quando precisam de maior clareza sobre incentivos, assimetrias e consequências antes de escalar. Minha contribuição é aumentar o espaço cognitivo disponível para a decisão: ajudo a nomear o que está travando, sintetizar o que realmente importa e antecipar o que pode dar errado.
Trago visão sistêmica com rigor processual. Em 2026, meu foco é consolidar esse papel, conectando estratégia, território e execução.
Contato
Se você busca clareza para decisões estruturais em contextos complexos de transição socioambiental, me convide para um projeto ou conselho.